Sou muita ternura ou chama , sou amor e paixão , sou meiga e sonhadora, uma sonhadora eterna ! Sou assim e assim, romantica , selvagem, calma e feroz, mas... sincera

Eu mesma!

Selo para Levar Consigo


sábado, 31 de agosto de 2013

Eternidade



Havia lua, sol e fruta no teu corpo
Sabor, magia, que trago em mim
O céu, o mar e a terra
Aroma, ondas de alegria, que sinto assim

O toque astral, o calor dos seios, as estrelas na pele, celestial
Curiosa, o mel da tua boca, o doce que jorra das nascentes, gulosa
Corpo dentro do corpo, o voo do desejo acumulado, sensual

O fogo interior, intensidade, lado a lado, felicidade

Unidos, na viagem dos sentidos, liberdade
E o amor, é sim...eternidade






quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Porque te amo,gosto de ti




Amo-te,
O teu olhar é beijo que sinto e os lábios um sorriso nos meus olhos
És abraço no céu que me faz viver sem acordar

Amo-te,
O teu corpo é violino que oiço sem tocar, leio-te música sem fim, sons, que só tu sabes recordar

E porque te amo
Gosto quando falas sobre ti, contas histórias
Quando brincas e até choras

Amo-te,
És alma que habita em mim, odor de amor, que permite a minha pele respirar
Espero-te num grito silencioso que me dilacera a carne, em oração, e que só tu, a sabe perdoar, tu, mar e onda viva a pulsar
Silenciosa, alvorada de ternura, desaguam nos meus dedos, a loucura dos teus segredos, lagos de amor, espelhados, na luz do teu olhar

O chão flutuante...leito, amante, satisfeito, por te amar

Amo-te, amo-te!
Sinto-te sempre perto e os sonhos continuam adormecidos na esperança de um dia ficares enfim...
Sempre em mim

Porque te amo, gosto de ti, és eterno porque me ÉS




terça-feira, 20 de agosto de 2013

Amargura

 
 
 
Mulher dorida 
Na terra sem vida 
Uma flor silvestre 
No chão perdida 
Quiseras tu, triste rosa 
Ser liberdade, maresia, mar 
Perfume em prosa 
Embalo de mãe, alegria no olhar
 
Mas és acordada
Por melodias que gritam
Sem acorde, desafinadas...
Palavras frias, nuas, o nada
Estilhaços, pedras atiradas
Sem razão provocadas

Adormecido no coração, não havia sol no teu sorriso
Era a lágrima pousada no rosto que a memória desenhava
Sentimentos, medo, olhos de amargura, choravam sem aviso

A alma rasgada nas linhas do tempo, esqueceu seu nome
A tristeza num suspiro, deu um tiro por dentro
Agonia! sente e não mente, desespero, revolta com a fome

Por onde voa a pomba branca?
Dar-te-ia as minhas asas, são forradas de esperança

Onde encontras a tua paz?
Voaria contigo, soltaria as algemas dessa vida em alcatraz

No silêncio
Ouves, o amor que procuras

Um abraço, dentro de um abraço

domingo, 18 de agosto de 2013

Cartas da memória




Tenho cartas de paraísos secretos, lugares onde vivi, na memória dos meus olhos fotografias, abraços, murmúrios perdidos no tempo, momentos que só eu sei, gestos e suspiros ao som do vento


Tenho palavras vestidas de estrelas, aquela luz onde os poemas que pensei e nunca os disse, escrevi-os ao som do mar...

Glória eterna! guardo na alma, o luar do teu olhar



Tenho na pele tatuada, as tuas mãos, percorrendo o meu corpo num grito paixão, como uma melodia, violino que toca sem saber porque chora



Tenho-te nos sonhos, na intimidade da saudade, cintilam as asas, somos aves em liberdade



E no coração? guardo o livro da nossa história...

Aquela história, onde as tuas promessas de amor, ainda sonhavam voar...



Chora o Inverno lá fora, mas na poesia em que te vivo, és-me sol que brilha a toda a hora



Meu amor,

Sou a carta por abrir num poema por sentir...




Inocentemente



Inocentemente, acordei a pensar em ti, doces os lábios...

Nunca digas, que tudo foi tudo
A flor da minha pele desabrocha no outono do teu corpo
Silêncio...estou nua, imagina-me, voa sem rumo

A palavra é um mistério, a mente do poema, só tu, o saberás decifrar

Desata todos esses nós, o amor somos nós





Pele em flor



Pele, poema doce
Dos lábios, nascem flores

A língua que entendemos?
Amor

O sentimento que tocamos?
O corpo em flor...



Fica...




Fica amor,

Em ti crescem os dias, há mundos para te ouvir
Visto as minhas mãos com as tuas, do meu corpo, nascem asas e nuas
O toque da tua presença é um voo para te sentir

A vírgula, que a lua dos meus olhos sonha, é poesia, o infinito do nosso amor

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Saberás tu, do meu amor?




Ainda recordas o nosso amor?

A pele sem segredos
a fruta dos meus lábios
O sonho dos teus dedos

Ainda, saberás ouvir-me?

Diz-me

o som que ouves quando penso em ti em liberdade
e o vento que por mim passa, é aquele que te abraça?

Do silêncio que me invade, de quem é esta saudade?

Dos meus olhos a vã procura, porque sinto e não te vejo com ternura?


Saberás tu, a solidão que sinto?