Sou muita ternura ou chama , sou amor e paixão , sou meiga e sonhadora, uma sonhadora eterna ! Sou assim e assim, romantica , selvagem, calma e feroz, mas... sincera

Eu mesma!

Selo para Levar Consigo


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Alma


Foto


Tivemos o nosso momento...

Aquela espera, em que ambos sonhávamos viver
Diz-me, meu amor, onde posso estar, sem te ver?

Onde poderei adormecer, sem ter de sonhar (te)?
Se moras em mim, eternamente, ainda que distantes?

Assim, como as estrelas sorriem no céu

Em que espaço posso habitar, sem tu lá estares?

Diz-me, que farei das minhas asas, viajar?
Se as tuas, estão longe do meu olhar



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Sou uma sombra



Sou uma sombra negra
Luar solidão e discreta
Céu na terra,deserto em lágrimas
Sou uma sombra proibida
Tímida
Que se esconde
Enfraquecida
Acorda
E sai de mim
Colorida
Pecado carmim,rosa de cetim
Perfume desconhecido,estrela amanhecer
Sou uma sombra mulher,guerreira,criança
Que chora e passa na mudança
Sou tudo,paixão,nada,sofrer,viver
Sou uma sombra tua
Passo e morro esquecida
Na rua

Sou uma sombra de mim

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Alma



Desnuda-me a alma quando me lês
Silencia-me o mar que desagua em mim
Despe-me o corpo no poema que és...





Texto registado e protegido pelo IGAC



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Duas almas na Ribeira do Porto

Se eu soubesse, que seria a última vez que te via entrar pela porta, abraçaria, tudo o que existe para viver e amar num só dia, seria mistério, mulher, lua e fantasia
 não sofria, vivendo morta

Se eu soubesse, que era a última vez que ouviria a tua voz, cada palavra tua, seria poesia, para que eu pudesse ler, sem pranto, guardava cada gesto, canto, para mais tarde recordar, sem esta dor atroz

Se eu soubesse, que seria o último céu em que olhamos a ribeira, seria o sol no retrato que tiraste, a estrela no horizonte da alegria, no brilho do meu olhar, saberias, este amor foi magia

Se eu soubesse, que naquela noite a tua boca falava a despedida, seria a flor dos teus lábios, sentirias o prazer sem medida

És aquele que abracei num entardecer de outono e o tempo nunca esqueceu, o beijo antes de partires, o corpo junto ao meu e a memória grita, fui tua, não tem como esconder e dizer que não aconteceu, é mais forte do que eu, a minha pele arrepia, acredita

Não queiras abandonar-te na tristeza, no medo onde se escondem os segredos, perto do violino que guardas no peito, sou melodia que danço nos teus dedos, por ti, meu amor, choram as madrugadas para te escrever, aquelas lágrimas que rezaram à saudade, como poderei esquecer?

Escrevo-te hoje assim, simples, vives na minha alma eternamente
(é esta a carta que escrevi e nunca lês-te)


Dos meus lábios, nunca ouviste um adeus...



Renascer



Gritei no silêncio do vazio,mas os ouvidos eram surdos e toda a tristeza eram ecos sem certezas
os lábios mudos,pensamentos sem rumo,a memória acorda,choram as guitarras

Sim...lembro-te, esqueço-me

Sei de um retrato que tiraste na intimidade que não conheço
um gesto, uma palavra que pensaste, o poema que nunca li, mas choraste
sei de tudo um resto, um olhar e do luar onde adormeço

Tentei,sim eu tentei

Esquecer-te ali, abandonar-me na solidão, não consegui, era luz o teu rosto
tentei ser aquilo que outrora fui e que por ti me esqueci de ser
na alma um rio, doces as lágrimas, no mar dos olhos, salgadas de desgosto

E num olhar em pranto,no horizonte perdido,lembrei-me do teu sorriso
eu tentei...
renascer, para não morrer na tua partida sem aviso





Texto registado e protegido pelo IGAC


Eva de amor





Beija-me...
Farei da boca,sonetos de desejos
O luar dos teus beijos
Lê-me...
Farei das palavras,doces abraços
O céu das mãos nuas em nós

E dos meus dedos faço melodias...caricias suaves que dançam no teu corpo sem destino
Como se fossem cordas de violino




quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Mar


Mar
As ondas
Dançam
Saudade
Lágrimas
Salgadas
Do meu olhar
Distante 
No vazio
Sem palavras
Abandono
 Silêncio
Na brisa
Do Outono
Lembranças
Sentidas
Sem sono
Porto sem cais
Alma esquecida
Solitária no arco-íris
Um adeus sem despedida

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Um último olhar



Na escuridão, o coração voa e espera na sombra da lua...
Aguardando o momento, nas horas perdidas para te dizer: sou tua
Tão perto, distante, porque me esqueces, fora do alcance
Sem toques, nem cheiro, és um livro fechado, sem fim
Na minha caminhada por esta estrada infinita invento um romance
Da sonhadora que me habita, estou sempre em ti, estás sempre em mim
E assim, em poemas sem endereço, espero por ti
Um dia, esse livro fica esquecido, na memória sem saber do quê
Um último olhar,  um beijo, abraço que senti e escrevi

Quando os sonhos adormecem em silêncio, as palavras choram no vazio sem tempo e morre a poetisa que morava dentro de mim e eu, sou pó, rosa negra, alma que sangra
Poesia num lamento, perdida na voz do vento



terça-feira, 1 de janeiro de 2013

És TU...flor






Estás sempre no pensamento
Sorrio quando penso em ti
És presença que dança ao som do vento
Lentamente...voas intensamente
Perfumada no coração
Oiço a tua respiração
És rosa,perfume da paixão
Terra,corpo,onde desejo morar
Pétalas de emoção são as tuas mãos
Suaves na pele para namorar
E o teu cheiro Primavera...
Doces quimeras
Sensações,fogo,ternura,eterna
És Tu a Lua
O brilho das ondas do mar
Magia,dançarina,pura,divina e nua
És tu o sol,calor
Quente caricia do verbo amar
Sonho,perdição,amor
És tu o céu,desejo,beijo,abraço
És TU...flor
Melodia,pecado,poesia no espaço

Quero,amar-te perdidamente
Estar em ti,ser em ti,sermos nós
A tua existência,loucamente,a nossa essência
Nunca sós,sermos sempre,eternamente





domingo, 16 de dezembro de 2012

Amor ausente




Quem te disse que os meus olhos não choram?
o mar é saudade que guardo na alma sincera
quem te disse que a minha boca não fala?
ouve a voz do tempo,o silêncio eterno por estar sempre à tua espera


O outono são lágrimas, folhas que caem no chão sem sono
acorda o Inverno com as memórias que dançam na chuva em abandono
e a Primavera? 
está tão longe agora,como tu (e eu),a terra sem perfume nem hora


Quem te disse que não te amo,se as minhas asas sorriem no teu céu?
se o meu coração é teu?
por ti fui tudo e nada, inventei palavras, luares na madrugada, vesti-me nua
e se desta ilusão que nunca vivi, sonho e vi que estás em mim, sou tua


Que vento sussurrou nos teus ouvidos que os meus lábios são mudos?
sou gaivota que dança sem razão,voa sem prisão e canta
....sou o som na tua garganta

E do meu fogo nascem asas, mulher e sombra proibida, luz divina



E o teu amor é meu?




quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Juras de amor




Juraste-me amor
Nem sabias tão pouco o que dizias e muito menos o sentias
Ah sim,foram juras que o tempo silencia com dor

Prometeste-me céus,caravelas de estrelas e mares
Mas foi uma ilusão
Promessas para tu sozinho navegares

Da tua boca voaram palavras
Sorrisos
Abraços
Ficaram no chão sem asas

Fui amanhecer
Foste tu entardecer
Não beijaste a Primavera e o sol queria chover

E quando te quis pássaro,fui gaivota sincera
Mas a tua prisão foi mais forte que a liberdade
Triste ave prisioneira,terra,saudade na espera

Juraste-me amor sem fim
Saberás tu dançar ao som da alma?
Já não quero que me oiças...este voo é meu ,é dentro de mim




quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Gemido da paixão



Ouve no prazer dos meus sentidos, um gemido
ardente desejo, quero-te em mim perdido…

Sente na pele, o sopro do beijo, a boca é tempo
arrepios que suam na brisa quente, dos meus lábios em vento... 

Prendo-te em mim com sedução, bebe-me, sacia(me), sente quem eu sou

Tempestade, onda brava que desagua no mar do teu corpo paixão


Escuta-me

Escuta-me...

Foram madrugadas em que o sonho me acordou
E o vento dançava com frio
As estrelas adormeciam no céu
A alma era inverno,vazio

Entreguei-me,errei,com fé aprendi
Na luz e na escuridão

Voaram poemas,nus,nas asas do pensamento
O luar solitário nas páginas sem paixão
Foi coração magoado,ave sem rumo em sofrimento

Foram dias onde a tristeza crescia por ti,mas foram dias que a ausência foi voz para mim

Ainda assim,ouve-me,mesmo que seja tarde
Curva-te diante do desejo de sentir e amar em liberdade
Tudo que tens tocado com a tua vaidade
Falso rosto, é apenas um outro,é cobarde

Olha-me...
O que vês agora é apenas uma mulher que se vai embora
E a chuva que cai,é branca,serena,calma,dos sonhos de outrora

Quisera eu




Saberás ouvir
um fado com saudade, de um amor com asas e presas na distância?

Meu amor, quisera eu ser namorada de todas as palavras
não seria a voz distante que chora pela madrugada

Seria sol, caricia nocturna, rosa perfumada que dança na chuva

Quisera eu ser dona da magia...
o céu não seria surdo, ouviria da minha boca a ternura
que beija na tua...






segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Flor do tempo




Não...
Não olhes por mim
Sou flor solitária que morre e renasce na sombra
Do teu jardim

E o meu perfume é vento...
É terra
Mar
Viajante no tempo



sábado, 1 de dezembro de 2012

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Desejo


Flutuo ...quero delirar
O desejo é loucura ardente
Ardes-me num beijo com o teu olhar
Calor, fogueira,a mente sente
 Sensações...de ser amada,desejada
Respiro-te...bebo do teu cheiro
Sedenta e com saudades 
 Quero-te por inteiro
Amo-te eternidades

 Sou tua...nua,sei que me queres

Sinto a brisa,maresia
Que escorre no meu corpo salgado
O agridoce no ar com ousadia
 A pele com fome e chama do pecado
O sal na garganta com sede e pede mais!
E mais...
Muito mais... 


Viajo dentro de mim mesma...habitas no meu corpo

Boca


No silêncio
Da noite
Procuro
A
Tua
Boca
Adormecida



Os lábios em delírio,fartos...no silêncio do corpo nu ao luar

Adormeço...desvendo o teu mistério e tudo para te amar
Acordo (te)
...E do sorriso do teu olhar
Sopram brisas de saudade para te beijar

Toco-te o céu com emoção
Das estrelas,caricias de fogo
Do coração a paixão



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Maria





Dou-te o meu olhar
O que vês? nada sentes?
Olha-me...para além da terra,do mar
Para além de mim,sem medo
O que vês? será um segredo?


 Não...os meus olhos falam dor,inverno sem saudade
Horizonte perdido nas asas da poesia
No céu a estrela solitária,mulher guerreira,a inocência de uma criança,a tua Maria
Respiro nas letras perfumadas.,a tímida liberdade

Meu amor ,sou corpo,alma e espírito que se unem para sonhar
No meu olhar brilha o desejo de estar sempre ao teu lado e chora a desilusão de um dia ter de acordar
São olhos de carinho,carícias e que se lembram de um sorriso,a vontade infinita,quiçá a malícia,de quem quer outro beijo e abraçar o paraíso

Sentes-me? que mistério é este?

 É amor,afeição,tristeza,paixão,luz,emoção,ilusão na escuridão,do desespero a esperança e no vulcão do coração,vivem marcas de vida.,dores perdidas na solidão
Lágrimas,sim...salgadas,doces,caladas que que voam na brisa delicada e que esperam por ti e que as oiças,sentidas

É o mistério,que neste momento é vento,sussurra-me e beija-me o rosto com sentimento,o murmurar é lento,os sonhos voam no túnel do tempo

Olha-me...mas sente-me
Tenho o passado no silêncio do luar,preso,acorrentado nas angústias passadas,feridas...sim,ainda por sarar,quando escrevo o que sinto pela madrugada,o sofrimento viaja na memória do olhar

Consegues sentir-me ou ler-me? diz que sim...olha-me docemente
Não canto que te amo, o meu olhar dança,nesta infinita distância que nos separa eternamente

Amo-te todos os dias e para sempre





domingo, 23 de setembro de 2012

Enlouquecer-te?





Flutuo...olhos vendados
Respiro-TE
Corpos perfumados
Num ligeiro toque
De sabor adocicado

Em dedos veludo
Toco e provoco a paixão
Num êxtase agudo
E sem perdão
O olhar tem asas...mesmo na escuridão
Brisas de beijos
Delirante são as tuas mãos...
... Desaguam os sentidos...na viagem...
Na boca do vulcão sinto o vento...e sou mar,trovão

Arrepiante...

O desejo astral
O aroma da pele...é...celestial...

Perde-te neste frenesim...
Enlouquecer-te?
Fecha os olhos e sente-me assim...como eu te sinto em mim